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sábado, 1 de setembro de 2012

ENCARTE FAMÍLIA GUANELLIANA - Nº 23

Irmã Ana Alice Bianchet:
25 Anos de Vida Religiosa
No período de 05 a 07 de julho as comunidades católicas pertencentes ao município de Maravilha/SC, tiveram a oportunidade de participar do tríduo em ação de graças pelos 25 anos de Vida Religiosa da Irmã Ana Alice Bianchet. A equipe vocacional composta pelo Pe. Elisandro I. da Silva (SdC), Irmã Deise Barônio (FSMP), Marcieli (Aspirante das Filhas de Santa Maria da Providência), Ederson (seminarista) e a própria jubilanda, Irmã Ana Alice, visitou as escolas e capelas das seguintes comunidades do interior do município catarinense.
O trabalho vocacional teve o seguinte cronograma: Dia 05 – comunidade Santa Luzia; Dia 06 – manhã e tarde na Escola estadual Jorge Lacerda, com os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio. À noite na Capela Nossa Senhora do Caravagio, em Flor do Sertão/SC. Dia 07 – capela São Gotardo, na comunidade Pedra Branca.
No domingo, dia 08 de julho, às 10h, Irmã Ana Alice celebrou seus 25 anos de Vida Religiosa com a Santa Missa festiva na capela Santa Luzia, localizada na comunidade de Linha Fuzil, em Maravilha/SC. O celebrante foi o Pe. Elisandro, que concelebrou com o Pe. Jacinto Birck, pároco da paróquia São José Operário, pertencente a Congregação Sagrada Família.

Irmã Ana Alice festejou suas bodas de prata ao lado de sua mãe, Ernesta Todescato Bianchet – o pai, Orestes Bianchet, já faleceu – e de seus irmãos Genuir, Moacir, Antoninho, Dirceu e Serleide, além do cunhado, cunhadas e sobrinhos(as). A Congregação das Filhas de Santa Maria da Providência foi representada pelas religiosas, Irmã Deise, Irmã Maria Eni, Irmã Noeli, Irmã Judinete e Irmã Leda. O terceiro ramo da Família Guanelliana – Cooperadores Guanellianos – também esteve representado por Vitalino, Maria, Pedro e Odila, residentes em Planalto/RS.
 




quinta-feira, 30 de agosto de 2012

ENCARTE FAMÍLIA GUANELLIANA Nº 23


Da esquerada para direita: Agustín, Jorge, Clérigo Félix  e Ir. Darlan
Jovens religiosos renovam os Votos
“Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra porque escondeste estas coisas aos sábios e aos entendidos e as revelastes aos pequeninos. Sim, ó Pai, eu te bendigo porque
assim foi do teu agrado”
Mt 11,25-26

No dia 29 de junho, às 18h30min, quatro jovens religiosos renovaram seus Votos durante a santa missa celebrada no Santuário Nossa Senhora do Trabalho, em Porto Alegre/RS. A celebração eucarística foi presidida pelo Pe. Mauro Vogt (Vigário provincial), e concelebrada pelos padres Ivo Catani, Atanásio F. Schwartz e Edenilso de Costa.
Após a homilia os Clérigos Jorge Manoel Rodriguez Pabon, Agustín Márquez Abad e o Ir. Darlan Lanzana Müller renovaram por mais um ano os Votos de pobreza, obediência e castidade na Congregação dos Servos da Caridade.
Logo após a missa, os Servos da Caridade, juntamente com algumas Irmãs Filhas de Santa Maria da Providência, os jovens religiosos e os Cooperadores Guanellianos confraternizaram no refeitório da sede provincial. Parabéns aos jovens religiosos! Que Deus, em sua infinita bondade os conserve fieis neste santo propósito.
 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

ENCARTE FAMÍLIA GUANELLIANA Nº 23

Jovens vocacionados ingressam no Noviciado
“Fala, Senhor, que o teu servo escuta” (1 Sam 3,9)
Na manhã do dia 29 de junho, na sede do noviciado Nuestra Señora de Lujan, em Lujan - Argentina, 11 jovens vocacionados (pré-noviços) ingressaram na etapa formativa do Noviciado. O grupo de jovens é composto por cinco brasileiros, três paraguaios, um argentino, um colombiano e um mexicano.


A cerimônia - muito simples, mas significativa - foi celebra- da na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e teve a participação do Pe. Sergio Rojas (Provincial da Província Cruz Del Sur), Pe. Ciro Attanasio (Provincial da Província Santa Cruz), Pe. Odacir Lazaretti (Mestre de Noviços), Pe. Renato Schneider (Animador Vocacional), Pe. Valdemar Alves Pereira e o Pe. Elisandro I. da Silva, além dos parentes, familiares e amigos dos jovens.
Parabéns a todos os Noviços! Que Deus, por intercessão do nosso Santo fundador, os acompanhe e ilumine.


"A caridade de Cristo nos atraiu para formarmos uma comunidade de irmãos que, na doação total a Deus e ao próximo, querem realizar o projeto do Fundador. Unidos por especial vínculo de caridade, como membros da mesma família, clérigos e irmãos levamos vida em comum e seguimos Cristo com a profissão pública dos conselhos evangélicos"

Constituição dos SdC, n 4, p. 25



Jovens vocacionados emitem os primeiros Votos Religiosos
“Te chamei pelo nome: tu me pertences” (Is 43,1)

Às 20h de sexta-feira (29 de junho), na Basílica Nuestra Señora de Luján, em Luján/Argentina, dez Noviços se consagraram a Deus entre as fileiras dos Servos da Caridade.
A cerimônia de consagração foi realizada durante a santa missa, presidida pelo Pe. Sergio Rojas (Provincial da Província Cruz Del Sur) e concelebrada pelo Pe. Ciro Attanasio (Provincial da Província Santa Cruz) e por outros 20 sacerdotes.


Neo-professos juntamente com os sacerdotes, na basílica de Nossa Senhora de Luján


No dia em que na Igreja universal festejou a solenidade de São Pedro e São Paulo, Deus, na sua bondade, presenteou a Igreja e a Congregação com 10 jovens - seis pertencem à Província Santa Cruz, três à Província Cruz Del Sur e um à Província Nuestra Señora de Guadalupe - que gene- rosamente decidiram seguir a Jesus nas pegadas de São Luís Guanella.
Trata-se de um acontecimento inédito pelo número de novos consagrados, pois há muitos anos, na verdade ninguém lembra quando seis jovens emitiram os votos religiosos no mesmo dia em nossa Província.
Agradecemos ao Senhor por este grande dom que Ele nos concedeu neste dia. Os nossos parabéns e votos de perseverança a cada um e a todos estes novos Servos da Caridade.

 

Neo-professos Servos da Caridade, após a Primeira Profissão Religiosa,
na basílica de Nuestra Señora
de Lujan

domingo, 19 de agosto de 2012

Catequese

Bíblia, uma grande revelação

Para quem tem mente aberta, o grande Ser (Deus, o único necessário)  abre espaço de comunicação com os seres racionais. Mas não na ordem dos sentidos. E sim, no nível da capacidade intelectual e das intuições.
Por isso, nenhum animal pratica atos religiosos. A sua comunicação restringe-se ao mundo visível e imediato. Mas os seres inteligentes podem tornar-se interlocutores do Criador amoroso, através das maravilhas da natureza, sempre a serem descobertas como surpresas sem fim.
Os seres racionais também podem alcançar a revelação dos segredos divinos, através dos acontecimentos da história. Como também pelos acontecimentos, não menos importantes, da nossa história pessoal. Basta ter capacidade de observação. Que o Pai ilumine os olhos da vossa mente”  (Hb 1, 18).
No entanto, a nossa fé demonstra, com argumentos indestrutíveis, que a fina flor da manifestação divina, àqueles que são sua imagem e semelhança” (Gen 1, 26), se dá através das páginas incomparáveis da Sagrada Escritura. Para nós cristãos, podem existir bilhões de livros.
Mas só a um denominamos o Livro.  Porque nele o Cristo nos fala, como Palavra revelada do Pai. Tais escritos contém a inspiração do Espírito Santo. Mesmo que tenham um invólucro muito humano, manifestam os principais segredos divinos. E o que é importante para nós, expressam o que esse Ser amoroso espera de nós: a aceitação de seu Filho, Mestre e Salvador.


Esse tesouro foi entregue por Jesus à sua Igreja, que o deve destinar a toda a humanidade. Pois bem. Hoje a Bíblia é o livro mais comentado e estudado do mundo. Os estudos críticos e históricos destrincham página por página, e linha por linha. Isso é muito bom. Mas é apenas a primeira fase de sua leitura. Por ora, não vou me referir a duas chaves fundamentais de interpretação, que é a verdade sobre Cristo e sua Igreja.
Quem não enxerga tais verdades nas páginas sagradas, nada entendeu das Escrituras. Mas me refiro à fase essencial da leitura: é a procura do seu sentido espiritual (ou alegórico). Descubro o que Deus quer falar para mim. Devo entrar em oração e descobrir, diante do Senhor, qual é a revelação que está reservada para mim e minha comunidade.  Fazei tudo o que Ele vos disser” (Mt 23, 3).

* Dom Aloísio Roque Oppermann, SCJ - Arcebispo de Uberaba - MG
 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Mariologia

Maria: Medianeira junto a Jesus
Posso falar diretamente com Jesus sem procurar nenhum mediador. Mas posso pedir ao padre Pedro que ore comigo e por mim. E posso pedir ao pastor Jaime que faça o mesmo. Posso usar de sua intercessão enquanto eu mesmo falo com Jesus. Melhor para mim que tenho mais duas pessoas orando por mim e comigo! Se não desprezo a intercessão dos homens piedosos deste mundo porque faria pouco caso da intercessão da Mãe do Cristo que está no céu com seu Filho?
O pregador evangélico que dizia que não precisava de nenhuma outra intercessora junto a Deus, porque já tinha Jesus, o santo, estava querendo marcar um ponto contra os católicos, mas marcou contra si mesmo. No mesmo programa de rádio, minutos depois, ofereceu-se para orar pelos seus fiéis. Se ele podia ser intercessor junto a Deus em nome de Jesus, porque a mãe de Jesus não pode? Ou será que ele é dos que pregam que Maria está morta e ainda não foi para o céu? Neste caso, onde ele espera ir quando morrer? Se a mãe de Jesus ainda está esperando e, por isso, não pode orar, onde estão todos os fiéis da sua Igreja? Os vivos têm mais poder do que os que morreram em Jesus? Os fiéis da Terra têm mais poder do que os fiéis do céu? Não há ninguém no céu? E onde estão todos os piedosos cristãos que morreram nestes 20 séculos? Onde está o ladrão a quem Jesus disse que naquele mesmo dia estaria no paraíso? Céu é uma coisa e paraíso é outra?

"A fé em Maria, se for pura,
acaba levando a Jesus, de tal maneira
que nosso viver passa a ser Ele "

Uma questão suscita outra quando afirmamos que só nós podemos orar pelos outros e que os que morreram em Jesus não podem. Ficamos com um trecho da Bíblia que dá a entender que os mortos não podem fazer nada pelos vivos e ignoramos os outros que dizem que é bom orar e fazer oferendas em favor dos mortos? Ignoramos passagens que mostram que Moisés e Elias estavam vivos em Deus e oravam com Jesus? Então, se a Bíblia merece crédito no que afirma, e eles apostam nisso, existe gente viva e orando no céu. É lá que Maria está. Se Moisés e Elias estão no céu e oram, então Maria a mãe do Cristo também está e ora. Não parece natural e lógico que Jesus tenha levado sua mãe para o céu?
A catequese sobre Maria é bem clara na Igreja. O único mediador junto ao Pai é Jesus. Mas Maria também intercede, só que age como alguém que depende. Ela faz o que qualquer cristão pode fazer, só que faz melhor: intercede por nós a Jesus, ou ao Pai em nome de Jesus. Foi o que Jesus mandou seus discípulos fazerem no Pai Nosso (Mt 6,9) e em (Jo 14, 13-15) Mas deixou claro que quem usasse seu nome de maneira errada teria que responder pelo desrespeito (Mt 7,22).
A fé em Jesus, se for pura e sincera, purifica o nosso trato com Maria. A fé em Maria, se for pura, acaba levando a Jesus, de tal maneira que nosso viver passa a ser Ele (Gl 2,20). Se no céu se batesse palmas é isso o que ela faria ao cristão que a saúda respeitosamente, mas vai falar horas e horas com seu filho. Que mãe não gostaria disso?


"Se Moisés e Elias estão no céu e oram, então Maria a mãe do Cristo também está e ora"

Quando alguém diz que Jesus é o único mediador junto ao Pai está dizendo que ele é a única autoridade para isso. Mas não está negando aos seus discípulos o direito de serem mediadores com Jesus. Senão, por que é que ele iria ensinar, no Pai Nosso, que devemos nos dirigir diretamente ao Pai e que deveríamos usar seu nome e orar uns pelos outros?
Se Jesus manda interceder é porque podemos também nós ser intercessores. Então, também somos mediadores com ele. É claro que não tão plenos como Ele, mas sempre depois dele e por causa dele, da mesma forma que somos filhos por causa dele. Se podemos nos proclamar filhos de Deus por causa de Jesus, o Filho, podemos ser intercessores uns pelos outros por causa de Jesus o intercessor. Não é isso que fazem as igrejas cristãs quando incentivam que oremos e intercedamos uns pelos outros em nome do intercessor maior que é Jesus?
Quando os católicos chamam Maria de intercessora estão seguindo a mesma lógica. Continuo perguntando… Se padre e pastor podem, porque Maria não poderia interceder? Se nas missas e cultos intercedemos a Jesus pelos nossos doentes e pedimos a ele que nos conceda o que pedimos, por que não pedir a outros discípulos já no céu, que orem junto? E por que excluir Maria? Perguntas de um coração católico!

*Pe. Zezinho, scj

Educação

Uma palavra aos pais
Caríssimos pais, não se entreguem. Entendam que os tempos de hoje são outros; entendam que vocês podem entender os filhos

"Ter razões não é o que basta. É preciso,
sobretudo, testemunhar constantemente com exemplos de vida"



Há muitos pais de família que se perguntam: “Que fazer para que meu filho não se torne um drogado, um alcoólatra, um desajustado? Que fazer para que meus filhos – eles e elas – não sejam insubmissos e rebeldes? Que fazer para que todo o bem que lhes fizemos não seja esquecido, e produza frutos bons? Somos pequenos demais para enfrentar as forças do mal!”
Diante disso, muitos pais de família desanimam e deixam a vida correr; acham que é inútil lutar contra o destino; acham que se esforçar é perda de tempo; acham que o mal dos tempos em que vivemos é incontrolável.
Outros, ao contrário, buscam ânimo para vencer; crêem que em Deus está a força que supera e nele esperam; acham que não se pode perder um minuto do tempo que se tem para melhorar a situação.
Na verdade, não se pode negar que as dificuldades são muitas e grandes; não podemos fechar os olhos à realidade. Estamos diante da força incrível dos meios de comunicação que insistem mais em deformar do que em formar para a vida! Entretanto, entregar-se ao desânimo significa compactuar e render-se, e isto, além de ser um mal, multiplica os males.
Por isso, caríssimos pais, não se entreguem. Entendam que os tempos de hoje são outros; entendam que vocês podem entender os filhos; entendam que para entendê-los e fazer-se entendidos são necessárias duas coisas: o diálogo e a oração.
A falta de diálogo gera a confusão e o fechamento;
A falta de oração, tira da palavra a eficácia e a maturação.
O diálogo é para esclarecer; a oração é para fortalecer;
O diálogo é para acertar; a oração é para aceitar o que é certo e melhor para todos.
A força impõe; o diálogo dispõe; a oração compõe.
Berros e gritos não convencem. Espantam. Ter razões não é o que basta. É preciso, sobretudo, testemunhar constantemente com exemplos de vida.
Quando vocês forem conversar com seus filhos, tenham antes uma conversa com Deus!
Ninguém poderá iluminar o mundo todo ascendendo apenas uma vela! Ninguém poderá ter toda a sua casa iluminada deixando a luz entrar apenas por uma fresta!
São de um jovem estas palavras de queixa: “Se meus pais me tivessem falado de Deus e tivessem ido sempre à frente de meus caminhos, eu não teria errado tanto e não teria perdido parte do tempo mais bonito de minha vida!”
O que lhes disse não é tudo, mas ajuda a pensar!

*Pe. Orlando Gambi, C. Ss. R. (In memorian)










quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sagrada Escritura


 Tua Palavra constrói
Senhor, transforma-me com tua palavra. Que tua palavra seja-me luz para os caminhos e força que me leve a segui-los sem receios. A leitura de tua palavra já tem feito milagres estupendos de conversão. São muitos os santos que hoje estão no céu, junto de ti, porque, lendo a tua palavra, souberam escutar e porque souberam escutar, puderam acertar a sua vida e se salvar.
Senhor, glorifico-te pelo bem que fazes nascer ainda hoje no coração de quem lê a tua palavra com respeito, fé e amor. Não é de outra forma que eu também quero ler a tua palavra. Quero que ela me faça crescer. Quero que ela me faça ser mais teu pela graça. Vejo que sou pequeno. Vejo que sou fraco. Vejo que não me basto para mim mesmo! O que os homens dizem nem sempre edifica e nem sempre constrói. Na verdade, somente tu tens palavra de vida eterna, e não há nada que tua palavra não possa construir! Sei disso e creio.

Como sinto necessidade do pão para alimento de meu corpo, sinto necessidade de tua palavra para alimento de meu espírito

Senhor, eu te peço: faze que tua palavra reconstrua a minha vida. Estou cansado de andar por caminhos tortuosos e de andar torto. Estou cansado de errar e de fazer loucuras. Se eu continuar assim, não sei onde irei parar, e só sei que jamais hei de te encontrar. Isto seria um desastre, seria a mais desastrada infelicidade da minha vida. Tenho provado que a felicidade que procuro nos bens deste mundo e na companhia dos homens não dura muito tempo, e quando ela se vai, fica-me no coração uma tristeza imensa e um vazio capaz de levar-me ao desespero.
Como sinto necessidade do pão para alimento de meu corpo, sinto necessidade de tua palavra para alimento de meu espírito. Não é com os ouvidos que ouço o que falas. É com o amor do coração. Dá-me este amor para que eu perceba o sentido de cada palavra que dizes! Diz o Evangelho que as multidões esqueciam-se até do alimento material para ouvir as palavras que Cristo lhes dizia. Suas palavras eram de bondade, de esperança e de perdão. E todos, entusiasmados, diziam dele: “Ninguém nos falou tão bem como ele!”
Senhor, dá-me gosto de tua palavra. Dá-me a alegria de sentir-me atraído por tuas palavras e mudado por toda palavra que dizes. Dá-me a alegria de crer que, cada vez que me falas, queres para mim o bem imenso de uma vida nova, enriquecida de bênçãos e de paz!
Senhor, Cristo disse que somente entra no céu aquele que ouve a tua palavra e a põe em prática. Que não me fales em vão, e que tua palavra, caindo em meu coração, produza frutos abundantes como semente que cai em terra boa. Bendito sejas! Amém.

*Pe. Orlando Gambi, C. Ss. R. (In memorian)